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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Presépio

No domingo passado fomos visitar o presépio. Foi difícil explicar o significado da palavra, melhor mostrar.



No início pensaram que eram verdadeiros, depois entenderam que era estátuas.




Viram a vaca, parecida com a da história que lemos na semana passada.

Passado os 2 minutos de visita ao presépio, começaram a correr pela praça.

No início o pombo voava, depois só corria e via-se sinais de canseira.


Turista...

Por fim o pobrezinho apelou ao bebedouro.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Filhos "dodóis"

Na semana passada passou aqui por casa um vírus que deixou os 3 filhotes com gastroenterite. Primeiro o João, depois a Sofia e por fim a caçula Dora. Toda mãe sabe o que é isso, acordar de madrugada, limpar vômito do chão do banheiro, consolar, fazer comidinha especial de dieta que eles não gostam e a gente tem que os convencer que faz bem, acordar de madrugada (já falei esse?), dar remédio, soro para hidratar, lavar e passar pomadinha no bum bum para não assar, negociar com o filho que já largou as fraldas que precisa usar para não acontecer acidentes mal cheirosos, enfim, tudo isso multiplicado por 3 aqui em casa. Já passou, mas não postei as fotos do rescaldo. No sábado eles não queriam tirar o pijama porque viram em alguma história que quando as crianças estão doentes ficam em casa de pijama e pantufas, e assim foi. Lembram da massinha de modelar  feita há um mês atrás? Ainda está ótima para brincar, e eles resolveram fazer as abóboras que aprenderam na escola, umas mais simpáticas que outras conforme podem ver na foto abaixo. 





Nota: Nossa massinha foi parar lá no blog Educação em Foco. Ainda não conhece? Dá uma passadinha lá!


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Parede da memória

Hoje fui brincar de esconde-esconde com a Dora (2 anos) e nessa idade eles gostam da surpresa e emoção de serem encontrados, talvez por isso deixem pistas para que os encontremos facilmente. Enquanto procurava e falava em voz alta onde ela poderia estar, ouvia seus risinhos por baixo da cama ou dos edredons, atrás das portas ou mesmo dentro dos armários. A naturalidade e simplicidade com que vivem e são felizes associada à capacidade de se surpreenderem com o novo faz com que eu queira "encapsular" esse momento, essa fase. Aquilo que dissemos por mais absurdo que pareça é apreciado e entendido de acordo com aquilo que conhecem. Ontem, durante uma trovoada conversávamos sobre o que poderia ser aquele som alto que ouvimos, e passou por várias hipóteses, desde um gigante malcriado soltando um arroto, vizinhos de cima mudando os móveis pesados de lugar, nuvens briguentas (opa, essa chegou perto), pum de elefante e por aí fomos na nossa conversa sobre a chuva. Crianças nessa idade vêem além do óbvio, estão sempre animadas e fazem festa com qualquer brincadeira, mesmo que seja virar cambalhotas ou pular em cima de um colchão (e tem coisa melhor?). Tanto choram como sorriem, com a mesma rapidez zangam-se e fazem as pazes. Gostam de exibir suas novas habilidades como abotoar o casaco ou acender a luz, mas também não se importam de (aos gritos, sempre em alto volume) pedirem ajuda quando ficam atrapalhados com algo. Me pergunto, por que é que perdemos essa essência linda de viver?

Até seria um bom esconderijo se as cortinas não fossem transparentes.

Se ela não vê, está invisível!

Desconfiei logo desse "volume" embaixo do edredon.

Oh, uns dedinhos suspensos na porta, quem os deixou ali?

Não me lembrava desse acessório na barra do casaco.

Eventualmente vou por aqui um "quadro" de algo que me tocou ao ponto de querer deixá-lo na minha parede da memória.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sementes



Imagem via
Isso de criar filhos é algo que nos faz pensar todos os dias. O que será que estou plantando em suas vidas? A parte de alimentar, brincar, dar banho e por para dormir é a mais fácil, mas e quanto ao caráter de meus filhos, será que tenho conseguido moldá-los de maneira positiva?  Tenho conseguido passar meus valores, tenho conseguido cuidar das sementes que plantei? Tenho me esforçado para extrair o melhor que há neles, respeitado suas diferenças de personalidade e valorizado seus talentos naturais? Até que ponto devo influenciá-los e até que ponto devo deixá-los tomar suas próprias decisões? Já começo a ver desenhado em seus olhos uma pessoa que é totalmente independente de mim, e o que vai nos ligar já não será mais a relação de dependência mas um sentimento sólido de amor, de mãe e filho. A responsabilidade pesa, mas não além do que posso suportar, e é lindo ver todos os dias folhas novas e bem verdes surgindo das sementes que plantei. Que meus filhos sejam sementes germinando em terra fértil e que as lágrimas de preocupação e incertezas que eu possa vir a verter sirvam para regá-los, fazendo-os crescer.

"Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos".  Salmos 126:6
Imagem via

domingo, 16 de outubro de 2011

Distração de domingo


Lembram daquela massinha de modelar que postei aqui uns dias atrás? Pois é, fez um sucesso aqui em casa e mesmo 10 dias depois continua boa para brincar. Minha toalha de mesa já é do tipo "carnavalesca", com a massinha em cima então fica um colorido só, rsrsrs. Mas é bom ver a criançada se divertindo com o que conseguem montar, longos minutos distraídos criando personagens e inventando histórias.

Esse é  o protótipo de um parquinho infantil.

Essa é uma simpática família na época de natal, com árvore e boneco de neve.


sábado, 15 de outubro de 2011

Parede da memória

Eventualmente vou por aqui um "quadro" de algo que me tocou ao ponto de querer deixá-lo na minha parede da memória:


E numa noite dessas quando fui dar um último beijinho nos filhotes antes de eu ir deitar, encontro a Dora adormecida abraçada a um livro. Até acendi a luz para tirar a foto. O que eu não daria para ver o filme que passa nessa cabecinha de criança. Deixo a foto com um beijinho virtual.

Ternura...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O que vou ser quando crescer?

As crianças estão sempre pensando no que serão quando crescer, e por aqui já ouvi diversas opiniões que variam muito conforme o humor do dia. Dentre as várias profissões existentes já passaram pelas conversas daqui de casa as seguintes: médico, bombeiro, escultor, bailarina, astronauta, tratador de animais, policial, escritor, pai (essa foi boa), cientista, cozinheiro, florista, professor e óbvio, jogador de futebol (todos). É bom ver que na cabeça deles tudo é possível, tudo ainda está por fazer e descobrir. Engraçado que eles me perguntam: Mãe, posso ser...? E eu sempre respondo que eles podem ser o que quiserem ser (por enquanto, claro, rsrs). Espero que outros sonhos se acrescentem a esses e que pelo menos alguns eles consigam concretizar. Enquanto isso vamos dando asas à sua imaginação, e sonhando junto para que vire realidade.

Será uma bailarina???

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dente de leite

E a notícia de hoje é: Caiu o segundo dentinho de leite da Sofia! A "janela" ficou mais ampla, e ela está orgulhosa de mais um sinal de seu crescimento. Calma gente, eu não vou postar todos os dentes de leite que caírem, mas esses são especiais, foram os primeiros!  Todo mundo acha lindo um bebê com aqueles dois dentinhos em baixo, eu agora acho lindo esses dois espaços vazios (por enquanto). Hoje antes de a por para dormir fiquei um tempo a mais com ela nos braços, sobrando pernas para os lados, mas dei um jeitinho de fazer caber no meu colo, como se por uns instantes pudesse fazer o tempo parar. Ficou um lindo e espaçoso sorriso.
Exibe orgulhosa seu dentinho.

domingo, 25 de setembro de 2011

Culto doméstico

Hoje, por causa do trabalho do papai, não pudemos ir na igreja como é nosso costume, mas isso não quer dizer que não possamos nos reunir em casa não é?  Arrumamos um cantinho para o nosso culto e passamos uma parte da manhã entre louvores e a história de Moisés que foi o tema de hoje.


Momento da história e dos cânticos.
Hora do desenho para fixar o que aprenderam.

Sofia desenhou Moisés no monte Sinai e as tábuas da lei.
Faraó, rei do Egito.

A morte dos animais e o rio de sangue (as pragas).

Bom, a Dora eu acho que desenhou um pouco de tudo.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O 1º dia do 1º ano.

Sofia e seus colegas ansiosos no primeiro dia de aulas. Quantos corações batendo mais rápido na expectativa do desconhecido. Crescer, começar a ter responsabilidades, recreios mais rápidos (como reclama a Sofia), tarefas de casa, sala de aula sem brinquedos e regras importantes a serem cumpridas. E os pais? Olhos aflitos na grade e no portão, com mais receios que os próprios filhos, sempre à espera de mais um aceno, mais um beijinho no ar, coração apertadinho, sonhando com o futuro dos seus pequenos grandes alunos. Tenha um bom ano filha!




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cotidiano



Com a volta às aulas dos irmãos mais velhos e o papai no trabalho, ficamos em casa só eu e minha caçula (Dora), que por estar sem os irmãos exige mais minha atenção .Têm sido momentos memoráveis. Se querem saber tenho muita sorte, ela não dá trabalho nenhum e até me ajuda em algumas tarefas de casa. Gosta de por e tirar a roupa da máquina de lavar, e ainda ajuda a dobrar a roupa (embora eu tenha que refazer o trabalho), também põe a mesa do almoço. Quando estamos só nós duas a dinâmica é bem diferente, mais tranquila, com muitas conversas, brincadeiras com os brinquedos dos irmãos e cumplicidade. 

Ela gosta de me chamar para conversar à sós na minha cama onde conta seus segredos em voz baixinha.
Está sempre querendo mostrar uma nova habilidade ou brincadeira, gosta  de bolas em especial.

Mamães & Filhotes.
Faz ótimas massagens nas minhas costas.
Está atenta a cada movimento que eu faço.

E mesmo sendo um amorzinho precisa de repreensão às vezes.
Saímos para dar uma caminhada.
Navegamos na net em seus sites preferidos.
Brincamos no parque.
Partilhamos um bom banho de banheira.
Trocamos carinhos, beijinhos e abraços.


Almoçamos juntas.

E aguardamos com igual ansiedade a hora de pegar os irmãos na saída da escola.

sábado, 17 de setembro de 2011

A criança e os legumes


Para as crianças aprenderem a gostar de legumes não é preciso fazer promessas para todos os santos, nem é preciso esperar um milagre dos céus, basta uma boa dose de consciência, bom exemplo (vide mensagem anterior) e criatividade. Ah sim, e persistência também (mas isso é em tudo). É possível melhorar ou variar o paladar dos pequenos. Sou contra enganar a criança disfarçando a comida tipo colocar a beterraba no feijão, couve-flor no puré de batata, e coisas assim. Vou passar um pouco da minha experiência nesse assunto. Devemos começar desde pequenos, nas primeiras sopinhas. Evitar bater tudo no liquidificador tornando assim impossível identificar o que está sendo ingerido. Se a criança não aceitou num dia, tente em outro, e sem brigas vai tentando até realmente ficar esclarecido se a criança não gosta do sabor do alimento ou se não gosta da maneira como foi apresentado (feito). O que dizemos também conta. Evite rotular seu filho falando para ele ou outras pessoas  que seu filho NÃO GOSTA de cenoura, por exemplo. Caso ele recuse pode dizer que ele HOJE não quis comer a cenoura, mas amanhã é outro dia. Para os mais crescidos o ideal é envolvê-los na preparação do alimento. Pode começar no supermercado ou na feira, pedindo sua ajuda para escolher as cebolas ou o melhor pé de alface, assim vai criando um "vínculo" com a comida. Em casa pode ajudar a lavar as frutas ou mesmo separar as folhas da salada, tarefas simples que os fazem sentirem-se importantes e orgulhosos de seu trabalho. Experimente outros sabores, outros temperos e sempre que possível deixe-os ajudar, sem descuidar da segurança na cozinha, claro. Ser criativa no cardápio vai fazer bem para toda a família. Quando falo em criatividade pode ser enfeitando o prato ou mudando a receita. Eles também gostam de nomes diferentes para os pratos. Salada de tomate e alface ganha outro interesse quando a chamamos de "chapeuzinho vermelho no bosque". Eles mesmos podem usar a imaginação. Se quiserem podem envolver seus brinquedos na hora da refeição (devidamente limpos, claro). Nunca faça chantagens ou subornos na hora da comida, não queremos que eles tenham um mau relacionamento com a comida no futuro desenvolvendo distúrbios alimentares, ou seja, não traumatize a criança. Meus filhos gostam de  guloseimas (como qualquer criança), mas eu costumo controlar as porções e os momentos. A guloseima é algo especial e não uma rotina. Quando eles pedem biscoito na hora do almoço por exemplo, eu digo que depois da comida podem comer o quanto quiserem, e geralmente já estão saciados e comem apenas um. Uma vez por semana temos a noite do lanche, onde não fazemos o jantar, e eles, já sabendo desse dia especial, não pedem lanche nos outros dias. Para as festas não há regras, festa é para festejar e não para se preocupar com restrições, não é mesmo? Mas geralmente eles só querem brincar e chegam em casa com fome. Lembre-se que obrigar a comer nunca vai aproximar seu filho dos alimentos saudáveis, o efeito será o contrário, e esconder o legume ou verdura não os fará gostar deles nem escolhê-los quando tiverem autonomia para isso. Depois de tentar em várias ocasiões e de várias maneiras e ainda assim a criança insistir que não gosta, pode ser que definitivamente o alimento não seja apreciado. Sempre é tempo de recomeçar e adquirir bons hábitos.
Resumindo a dica: 

Dê o bom exemplo;
Deixe os alimentos saudáveis bem visíveis (na geladeira, na despensa e no prato);
Envolva a criança na escolha e confecção dos alimentos;
Seja persistente e criativo.







Veja mais lanches criativos aqui.

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