Sofia e seus colegas ansiosos no primeiro dia de aulas. Quantos corações batendo mais rápido na expectativa do desconhecido. Crescer, começar a ter responsabilidades, recreios mais rápidos (como reclama a Sofia), tarefas de casa, sala de aula sem brinquedos e regras importantes a serem cumpridas. E os pais? Olhos aflitos na grade e no portão, com mais receios que os próprios filhos, sempre à espera de mais um aceno, mais um beijinho no ar, coração apertadinho, sonhando com o futuro dos seus pequenos grandes alunos. Tenha um bom ano filha!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Reciclar o lixo informático
Há coisas que fazemos no dia a dia sem pensar. Jogar o lixo no lixo, por exemplo. Mas cada vez mais há um local de recolha específico para cada tipo de lixo (pode dar trabalho mas vale à pena). E há aquilo que consideramos lixo, mas para alguém pode ser matéria prima. Hoje cito o computador. Numa rápida pesquisa pela net podemos ver vários usos criativos para o velho computador e aqui deixo alguns exemplos.
| Aproveitando as teclas para uns brincos. |
| Já que vai durar centenas de anos... melhor que seja útil como vaso de plantas. |
| Um porta trecos simples mas sempre necessário. |
| Moldura de fotos divertida com o teclado. |
| Um cantinho para o pet (como fazer a cama de gato aqui.)
Que estas imagens vos sirvam de estímulo e inspiração para fazerem estas coisas ou criarem suas próprias ideias. De qualquer forma, NUNCA jogue seu lixo eletrônico no lixo comum. Dê um fim consciente para seu equipamento informático (ou mesmo eletrodomésticos) em desuso. Em Portugal há vários pontos de recolha desse tipo de lixo, procure o mais próximo de sua casa!
Ok, sei que sou um passarinho com umas gotas no biquinho no incêndio da floresta, mas fiz minha parte. Passa a palavra.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Cotidiano
Com a volta às aulas dos irmãos mais velhos e o papai no trabalho, ficamos em casa só eu e minha caçula (Dora), que por estar sem os irmãos exige mais minha atenção .Têm sido momentos memoráveis. Se querem saber tenho muita sorte, ela não dá trabalho nenhum e até me ajuda em algumas tarefas de casa. Gosta de por e tirar a roupa da máquina de lavar, e ainda ajuda a dobrar a roupa (embora eu tenha que refazer o trabalho), também põe a mesa do almoço. Quando estamos só nós duas a dinâmica é bem diferente, mais tranquila, com muitas conversas, brincadeiras com os brinquedos dos irmãos e cumplicidade.
| Ela gosta de me chamar para conversar à sós na minha cama onde conta seus segredos em voz baixinha. |
| Está sempre querendo mostrar uma nova habilidade ou brincadeira, gosta de bolas em especial. |
| Faz ótimas massagens nas minhas costas. |
| Está atenta a cada movimento que eu faço. |
| E mesmo sendo um amorzinho precisa de repreensão às vezes. |
| Saímos para dar uma caminhada. |
| Navegamos na net em seus sites preferidos. |
| Brincamos no parque. |
| Partilhamos um bom banho de banheira. |
| Trocamos carinhos, beijinhos e abraços. |
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| Almoçamos juntas. |
| E aguardamos com igual ansiedade a hora de pegar os irmãos na saída da escola. |
sábado, 17 de setembro de 2011
A criança e os legumes
Para as crianças aprenderem a gostar de legumes não é preciso fazer promessas para todos os santos, nem é preciso esperar um milagre dos céus, basta uma boa dose de consciência, bom exemplo (vide mensagem anterior) e criatividade. Ah sim, e persistência também (mas isso é em tudo). É possível melhorar ou variar o paladar dos pequenos. Sou contra enganar a criança disfarçando a comida tipo colocar a beterraba no feijão, couve-flor no puré de batata, e coisas assim. Vou passar um pouco da minha experiência nesse assunto. Devemos começar desde pequenos, nas primeiras sopinhas. Evitar bater tudo no liquidificador tornando assim impossível identificar o que está sendo ingerido. Se a criança não aceitou num dia, tente em outro, e sem brigas vai tentando até realmente ficar esclarecido se a criança não gosta do sabor do alimento ou se não gosta da maneira como foi apresentado (feito). O que dizemos também conta. Evite rotular seu filho falando para ele ou outras pessoas que seu filho NÃO GOSTA de cenoura, por exemplo. Caso ele recuse pode dizer que ele HOJE não quis comer a cenoura, mas amanhã é outro dia. Para os mais crescidos o ideal é envolvê-los na preparação do alimento. Pode começar no supermercado ou na feira, pedindo sua ajuda para escolher as cebolas ou o melhor pé de alface, assim vai criando um "vínculo" com a comida. Em casa pode ajudar a lavar as frutas ou mesmo separar as folhas da salada, tarefas simples que os fazem sentirem-se importantes e orgulhosos de seu trabalho. Experimente outros sabores, outros temperos e sempre que possível deixe-os ajudar, sem descuidar da segurança na cozinha, claro. Ser criativa no cardápio vai fazer bem para toda a família. Quando falo em criatividade pode ser enfeitando o prato ou mudando a receita. Eles também gostam de nomes diferentes para os pratos. Salada de tomate e alface ganha outro interesse quando a chamamos de "chapeuzinho vermelho no bosque". Eles mesmos podem usar a imaginação. Se quiserem podem envolver seus brinquedos na hora da refeição (devidamente limpos, claro). Nunca faça chantagens ou subornos na hora da comida, não queremos que eles tenham um mau relacionamento com a comida no futuro desenvolvendo distúrbios alimentares, ou seja, não traumatize a criança. Meus filhos gostam de guloseimas (como qualquer criança), mas eu costumo controlar as porções e os momentos. A guloseima é algo especial e não uma rotina. Quando eles pedem biscoito na hora do almoço por exemplo, eu digo que depois da comida podem comer o quanto quiserem, e geralmente já estão saciados e comem apenas um. Uma vez por semana temos a noite do lanche, onde não fazemos o jantar, e eles, já sabendo desse dia especial, não pedem lanche nos outros dias. Para as festas não há regras, festa é para festejar e não para se preocupar com restrições, não é mesmo? Mas geralmente eles só querem brincar e chegam em casa com fome. Lembre-se que obrigar a comer nunca vai aproximar seu filho dos alimentos saudáveis, o efeito será o contrário, e esconder o legume ou verdura não os fará gostar deles nem escolhê-los quando tiverem autonomia para isso. Depois de tentar em várias ocasiões e de várias maneiras e ainda assim a criança insistir que não gosta, pode ser que definitivamente o alimento não seja apreciado. Sempre é tempo de recomeçar e adquirir bons hábitos.
Resumindo a dica:
Dê o bom exemplo;
Deixe os alimentos saudáveis bem visíveis (na geladeira, na despensa e no prato);
Envolva a criança na escolha e confecção dos alimentos;
Seja persistente e criativo.
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| Veja mais lanches criativos aqui. |
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Boas ou más influências?
As crianças vêem os adultos como modelos, sejamos nós o melhor ou não, os pequenos estão sempre nos observando. Nossos filhos esperam que tenhamos o comportamento que pedimos que eles tenham, o que infelizmente nem sempre acontece. O vídeo a seguir é um anúncio que trata desse assunto. As crianças olham, as crianças fazem. Influencie positivamente!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Momentos
Simplicidade
Esse é o nosso lugar favorito em nossa cidade, ideal para ir no final de tarde. Essas foram tiradas ontem. As crianças precisam de muito pouco para ficarem felizes. Nesse caso apenas uma bola e um amplo espaço verde, mais nada.
Clique em "ler mais" para mais fotos.
Jerry Lewis
Os filmes de Jerry Lewis na Sessão da Tarde realmente me faziam rir, e ainda hoje consigo rir da mesma forma ao rever essas cenas.
Final de férias
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| A julgar pelas folhas no chão, o verão está dizendo adeus. |
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| Não estou grávida, mas ainda tenho uma criança cá dentro. |
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| Uma brisa suave. |
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Inspiração
Em algum momento temos que nos questionar sobre o que tem inspirado nossa vida. Precisamos de inspiração não para viver, mas para viver de forma criativa, com qualidade. O Mestre, aquele a quem mais pessoas tem inspirado nos últimos 2000 anos, sabia disso e tinha uma postura observadora, ou melhor, contemplativa. Para mim, o Mestre tinha olhar de fotógrafo, ou de diretor de cinema. Uma mente e coração abertos ao novo, porém sólido e bem estruturado em seus conceitos e valores.
A inspiração não surge de estímulos externos, mas está lá dentro, em estado dormente, esperando algo que a possa despoletar. Devo então perguntar: o que me torna receptiva à inspiração?
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