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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Bala de gelatina caseira

Gelatina é uma guloseima que todos gostam. Depois de ver em alguns programas e internet as balas (e até pirulitos) de gelatina resolvi experimentar, foi um sucesso imediato. E é uma boa ideia para diversificar o lanche da escola. Quem tiver forminhas com bichinhos em casa pode fazer também, vai ser mais divertido ainda. Pode ser consumida fria ou na temperatura ambiente, conforme o gosto de cada um. Tem também a opção de fazer uma versão diet.

INGREDIENTES:
2 caixas de gelatina comum ou diet ( sabor a gosto)
2 envelopes de gelatina incolor sem sabor
1 copo (250 ml) de água fervente
1 copo (250 ml) de água fria
Óleo ou azeite para untar


MODO DE FAZER:
Dissolva a gelatina com sabor na água quente. Reserve. Hidrate a gelatina incolor na água fria. Deixe repousar por 5 minutos. Caso use folhas de gelatina sem sabor siga as instruções da embalagem. Leve-a ao microondas por 15 a 30 segundos ou em banho-maria para dissolvê-la. Incorpore à outra gelatina. Unte um refratário com óleo ou azeite, limpe o excesso e despeje a gelatina. Leve à geladeira por 1 hora. Depois é só cortar no tamanho e forma que desejar. 

Pode usar a criatividade e fazer com outras cores, para isso deixe 30 minutos na geladeira e depois acrescente a outra camada. O efeito é lindo. Fiz ontem e hoje os filhotes já levaram na lancheira porque depois de pronta não precisa de refrigeração. Bom para os dias quentes e para os dias frios também. No calor fica mais refrescante se estiver geladinho. 

Ainda líquida, pronta para ir para a geladeira por uma hora pelo menos.

Uma hora depois já se pode fazer o corte.
Cortei quadradinho por ser mais fácil.
Pronta para degustação.


Atacar! Aprovado em unanimidade por autoridades no assunto.


sábado, 17 de setembro de 2011

A criança e os legumes


Para as crianças aprenderem a gostar de legumes não é preciso fazer promessas para todos os santos, nem é preciso esperar um milagre dos céus, basta uma boa dose de consciência, bom exemplo (vide mensagem anterior) e criatividade. Ah sim, e persistência também (mas isso é em tudo). É possível melhorar ou variar o paladar dos pequenos. Sou contra enganar a criança disfarçando a comida tipo colocar a beterraba no feijão, couve-flor no puré de batata, e coisas assim. Vou passar um pouco da minha experiência nesse assunto. Devemos começar desde pequenos, nas primeiras sopinhas. Evitar bater tudo no liquidificador tornando assim impossível identificar o que está sendo ingerido. Se a criança não aceitou num dia, tente em outro, e sem brigas vai tentando até realmente ficar esclarecido se a criança não gosta do sabor do alimento ou se não gosta da maneira como foi apresentado (feito). O que dizemos também conta. Evite rotular seu filho falando para ele ou outras pessoas  que seu filho NÃO GOSTA de cenoura, por exemplo. Caso ele recuse pode dizer que ele HOJE não quis comer a cenoura, mas amanhã é outro dia. Para os mais crescidos o ideal é envolvê-los na preparação do alimento. Pode começar no supermercado ou na feira, pedindo sua ajuda para escolher as cebolas ou o melhor pé de alface, assim vai criando um "vínculo" com a comida. Em casa pode ajudar a lavar as frutas ou mesmo separar as folhas da salada, tarefas simples que os fazem sentirem-se importantes e orgulhosos de seu trabalho. Experimente outros sabores, outros temperos e sempre que possível deixe-os ajudar, sem descuidar da segurança na cozinha, claro. Ser criativa no cardápio vai fazer bem para toda a família. Quando falo em criatividade pode ser enfeitando o prato ou mudando a receita. Eles também gostam de nomes diferentes para os pratos. Salada de tomate e alface ganha outro interesse quando a chamamos de "chapeuzinho vermelho no bosque". Eles mesmos podem usar a imaginação. Se quiserem podem envolver seus brinquedos na hora da refeição (devidamente limpos, claro). Nunca faça chantagens ou subornos na hora da comida, não queremos que eles tenham um mau relacionamento com a comida no futuro desenvolvendo distúrbios alimentares, ou seja, não traumatize a criança. Meus filhos gostam de  guloseimas (como qualquer criança), mas eu costumo controlar as porções e os momentos. A guloseima é algo especial e não uma rotina. Quando eles pedem biscoito na hora do almoço por exemplo, eu digo que depois da comida podem comer o quanto quiserem, e geralmente já estão saciados e comem apenas um. Uma vez por semana temos a noite do lanche, onde não fazemos o jantar, e eles, já sabendo desse dia especial, não pedem lanche nos outros dias. Para as festas não há regras, festa é para festejar e não para se preocupar com restrições, não é mesmo? Mas geralmente eles só querem brincar e chegam em casa com fome. Lembre-se que obrigar a comer nunca vai aproximar seu filho dos alimentos saudáveis, o efeito será o contrário, e esconder o legume ou verdura não os fará gostar deles nem escolhê-los quando tiverem autonomia para isso. Depois de tentar em várias ocasiões e de várias maneiras e ainda assim a criança insistir que não gosta, pode ser que definitivamente o alimento não seja apreciado. Sempre é tempo de recomeçar e adquirir bons hábitos.
Resumindo a dica: 

Dê o bom exemplo;
Deixe os alimentos saudáveis bem visíveis (na geladeira, na despensa e no prato);
Envolva a criança na escolha e confecção dos alimentos;
Seja persistente e criativo.







Veja mais lanches criativos aqui.

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