Mostrar mensagens com a etiqueta Dora. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dora. Mostrar todas as mensagens

sábado, 20 de outubro de 2012

Algumas imagens perdidas no celular

Por estar sempre à mão muitas vezes alguns momentos que queremos guardar na parede da memória são registrados com o telefone celular. Essas estavam esquecidas por lá, desfocadas, tremidas, mas ainda assim cumprindo seu papel de recordar. 

Em uma visita à casa dos primos

Quando a Dora aprendeu a desenhar seu nome



Uma última foto da ex turma da Sofia (eram 14 meninos e 6 meninas)

Sorriso para dentista



Oláááááá

Mais um parquinho em Santarém


sexta-feira, 9 de março de 2012

Dora Cristina - 3 anos


Hoje é o 3º aniversário da minha princesa mais nova. Oficialmente já não temos mais bebê em casa, mas como sabem, no coração de mãe, os filhos são sempre bebezinhos. Minha caçulinha é um doce de menina, que de hora em hora vem ao meu lado me pedir "beijocas", que mostra ser muito esperta e ativa, muito meiguinha, gosta de brincar de bola, desenhar, de ganhar cócegas! Ela gostou do vídeo que fiz para o irmão e pediu um para ela também, e aí está, alguns minutos lembrando da minha doce Dora. 


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Corte de cabelo de menina

Hoje quem foi à tesoura foi a Dora, foi sua estréia. Nunca tinha cortado o cabelo dela, então fica aqui para a posteridade. Ela se comportou como uma princesa que é, e ficou bem quietinha só fazendo a exigência de ganhar um pirulito depois (achei justo).

Antes

Durante

Depois

O chanel voltou!





segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Afagar a terra


Foto tirada há pouco mais de um ano, Dora e João afagando a terra.

Afagar a terra, 
Conhecer os desejos da terra, 
Cio da terra, a propícia estação
E fecundar o chão...

Das minhas canções preferidas.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Mãe, eu quero uma folha

Hoje a Dora, minha mais nova, me fez um pedido bastante comum. Ela disse assim: Mãe, eu quero uma folha, para desenhar. Eu disse que ela podia ir pegar. Mas ela insistiu que queria uma folha para desenhar, e eu fui, peguei uma folha em branco e dei na mão dela. Ela já um pouco frustrada disse: Eu não quero papel, eu quero uma folha! Daquelas que caem das árvores! (Como eu não pensei nisso? Claro, uma folha é mesmo uma folha, influência de uns desenhos que ela viu em um livro onde as folhas tinham rostos.). Por que é que a gente complica o que é simples?


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Parede da memória


Tem coisa melhor do que pular para a cama da irmã numa noite fria? Foi o que a Dora fez, e a Sofia a aconchegou ao seu lado. Quando fui fazer a "ronda" da noite parei uns minutos para apreciar. No dia a dia elas  não são tão achegadas assim, mas é bom saber que na hora que precisar uma vai acolher a outra. 


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Parede da memória

Em um dia desses quando o sol brilhava e dispersava o frio, eu e Dora fomos buscar o João na escola. Geralmente eu a levo no carrinho de passeio para ir mais rápido, mas nesse dia ela foi à pé, para aproveitarmos o sol que é raro nessa época. Na volta pude vir observando o  cuidado do irmão com ela ao segurar sua mão e se certificar que ela estava segura no lado de dentro da calçada, e suas imaginações em conjunto. Não, nem sempre é assim, às vezes não estão assim tão carinhosos um com o outro, por isso a gente registra como pode para guardar na mente e coração o momento, torcendo para que no futuro a amizade entre irmãos se aprofunde. Por sugestão do João eles estavam passeando por uma selva, onde os carros poderiam ser rinocerontes ou elefantes, postes eram girafas e placas de sinalização eram zebras,  pneus estendidos eram crocodilos, pedras eram rios caudalosos, corajoso meu menino, ajudou a irmã a ultrapassar os obstáculos. Que isso perdure...












sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Parede da memória

Hoje fui brincar de esconde-esconde com a Dora (2 anos) e nessa idade eles gostam da surpresa e emoção de serem encontrados, talvez por isso deixem pistas para que os encontremos facilmente. Enquanto procurava e falava em voz alta onde ela poderia estar, ouvia seus risinhos por baixo da cama ou dos edredons, atrás das portas ou mesmo dentro dos armários. A naturalidade e simplicidade com que vivem e são felizes associada à capacidade de se surpreenderem com o novo faz com que eu queira "encapsular" esse momento, essa fase. Aquilo que dissemos por mais absurdo que pareça é apreciado e entendido de acordo com aquilo que conhecem. Ontem, durante uma trovoada conversávamos sobre o que poderia ser aquele som alto que ouvimos, e passou por várias hipóteses, desde um gigante malcriado soltando um arroto, vizinhos de cima mudando os móveis pesados de lugar, nuvens briguentas (opa, essa chegou perto), pum de elefante e por aí fomos na nossa conversa sobre a chuva. Crianças nessa idade vêem além do óbvio, estão sempre animadas e fazem festa com qualquer brincadeira, mesmo que seja virar cambalhotas ou pular em cima de um colchão (e tem coisa melhor?). Tanto choram como sorriem, com a mesma rapidez zangam-se e fazem as pazes. Gostam de exibir suas novas habilidades como abotoar o casaco ou acender a luz, mas também não se importam de (aos gritos, sempre em alto volume) pedirem ajuda quando ficam atrapalhados com algo. Me pergunto, por que é que perdemos essa essência linda de viver?

Até seria um bom esconderijo se as cortinas não fossem transparentes.

Se ela não vê, está invisível!

Desconfiei logo desse "volume" embaixo do edredon.

Oh, uns dedinhos suspensos na porta, quem os deixou ali?

Não me lembrava desse acessório na barra do casaco.

Eventualmente vou por aqui um "quadro" de algo que me tocou ao ponto de querer deixá-lo na minha parede da memória.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A menina do balão vermelho

Uma simples ida ao supermercado acaba por se transformar em algo muito divertido se temos em mãos um balão!


Tentando estourar o balão pela sombra.

E o vento balançava  o balão que quase escapou.

O mesmo vento bagunçava seus cabelos.



sábado, 15 de outubro de 2011

Parede da memória

Eventualmente vou por aqui um "quadro" de algo que me tocou ao ponto de querer deixá-lo na minha parede da memória:


E numa noite dessas quando fui dar um último beijinho nos filhotes antes de eu ir deitar, encontro a Dora adormecida abraçada a um livro. Até acendi a luz para tirar a foto. O que eu não daria para ver o filme que passa nessa cabecinha de criança. Deixo a foto com um beijinho virtual.

Ternura...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Trança espinha de peixe

Aprendi a fazer a trança espinha de peixe assistindo alguns vídeos do You Tube (tem vários exemplos, é só escolher) e para praticar peguei na modelo mais próxima que, diga-se de passagem, não coopera muito. Mas fica um penteado muito fofo e dá para fazer de diversas maneiras. Se eu aprendi, qualquer um consegue.



Obs: Rute Carla e Sara, me interessei pela trança depois de ver esta foto!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...