sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A todos um bom Natal



Essa foto foi tirada na sala de aula do João. Gostei da ideia de usarem rolos de papel para construírem a árvore. Ele gostaram de a fazer e eu gostei de a ver. Aproveitei a imagem para fazer nosso cartãozinho de feliz Natal e oferecer a todos vocês que passam por aqui prestigiando meu blog. Obrigada pela presença e sejam, em tudo, moderados no Natal, menos no amor.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Presépio

No domingo passado fomos visitar o presépio. Foi difícil explicar o significado da palavra, melhor mostrar.



No início pensaram que eram verdadeiros, depois entenderam que era estátuas.




Viram a vaca, parecida com a da história que lemos na semana passada.

Passado os 2 minutos de visita ao presépio, começaram a correr pela praça.

No início o pombo voava, depois só corria e via-se sinais de canseira.


Turista...

Por fim o pobrezinho apelou ao bebedouro.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mostre-lhes a diferença entre o que está certo e o que está errado (cap. 3)

Todos nós cometemos erros, e é importante que nossos filhos nos vejam reconhecendo um erro para que eles possam saber que de uma forma geral, não faz mal cometer erros, e também devem saber a diferença entre o que está certo e o que está errado em todas as situações. Precisam estar preparados para fazer a escolha certa, em termos morais. Os pais têm oficialmente 18 anos para incutir os valores que acreditam serem importantes, para que, quando eles pensarem pela sua própria cabeça, o façam sobre alicerces que lhes construiu.

O que acha que está certo ou errado? A partir da altura em que temos filhos, somos vigiados a maior parte do tempo e por isso estamos sempre dando o exemplo, e eles farão mesmo aquilo que a gente faz, independendo do que dissermos. Por isso temos de fazer aquilo que gostaríamos que eles fizessem nas mesmas circunstâncias. A maior parte de nós tem as ideias bem assentes no que respeita às grandes questões como matar e roubar e é muito provável que eles nunca o vejam fazendo isso! São as pequenas coisas do dia a dia que determinam se os nossos filhos serão pessoas dignas e de confiança quando crescerem, ou um pouco duvidosas e ocasionalmente à beira do abismo. Dizer a verdade, não falar mal dos outros, devolver bens perdidos em vez de os meter no bolso, oferecer o lugar aos mais velhos, dizer "obrigado", cumprir as promessas e por aí vai... Se não fizermos essas coisas como esperar que os filhos o façam?

Onde estabelecemos o limite da culpa? Sabemos que forçamos nossos limites quando, em segredo, nos sentimos ligeiramente culpados. Frequentemente arranjamos desculpas para nossos pequenos desvios de conduta. E se precisamos de inventar desculpas é porque sabemos que não agimos como deveríamos ter agido, nosso comportamento não foi aceitável. É duro sermos impecáveis diante de nossos filhos, mas tem de ser feito. De outra forma esses pequenos desvios serão entendidos como sendo coisas certas. E porque é que isso é importante? Qual é o problema se os nossos filhos se tornarem adultos que deixam de falar com um amigo por coisas mesquinhas ou que esperam que outros ofereçam lugar aos mais velhos? É importante por duas razões: Quanto mais digno for, mais bons amigos terá, e em segundo lugar é importante porque as pessoas que são íntegras e respeitosas têm maior auto-estima, algo que queremos para eles.

Que valores? É impossível elaborar uma lista com todos os valores que queremos transmitir aos nossos filhos, mas sabemos quais são. Alguns são óbvios e não constituem um problema para nós (tipo não cometer crimes ou violência, por exemplo). Os valores mais difíceis de transmitir são aqueles que temos dificuldades pessoais em cumprir. Os valores importantes relacionam-se com fazer um esforço em prol de outros, quando temos que reprimir os instintos egoístas em benefício de outra pessoa. As crianças pequenas não são capazes de por o bem-estar de outras pessoas à frente de seu próprio bem-estar. Conforme vão crescendo vão aprendendo o conceito de por as outras pessoas em primeiro lugar e será capaz de fazer as suas escolhas baseadas em valores em algumas ocasiões. Por isso nossa tarefa é passar esses primeiros anos a demonstrar o comportamento que julgamos adequado para eles.

Assumir a responsabilidade: As crianças aprendem muito sobre valores quando lhes são atribuídas responsabilidades. Quer seja cuidar de um peixinho dourado ou receber amigos para passar a noite em casa. Elas precisam reconhecer que têm de dar se quiserem receber. Sempre que lhes pedirem alguma coisa especial, certifique-se de que saibam o que espera deles em troca dessa responsabilidade, e o que acontecerá se cumprirem sua parte no acordo como por exemplo: Ir para a rua brincar sozinho (voltar no horário combinado); receber um amigo para dormir em casa (ser responsável pela ordem no quarto); fazer os trabalhos de casa sem ser supervisionado (cumprir todas as tarefas); ter um animal doméstico (fazer sua parte nos cuidados com o animal). 

Converse sobre o assunto: Qualquer que seja a responsabilidade dada ao seu filho é importante conversar com ele sobre o assunto e deixar tudo bem esclarecido. Quais são os termos do acordo, o que espera deles em troca, o que acontece se não cumprirem a sua parte. Dar responsabilidades aos seus filhos é a melhor forma de os deixar praticar todos aqueles valores que tanto trabalho teve a incutir-lhes. Claro que seu filho não vai fazer sempre as coisas bem. Você faz? Eu não. Nesse caso uma conversa sobre as razões pelas quais isso aconteceu será necessário, ele precisa saber que seu comportamento foi inadequado.

Acertar o alvo: Os valores que passa ao seu filho podem muito bem ser aqueles que recebeu dos seus pais. E pode estar transmitindo não só a seu filho como também aos seus netos e às gerações que lhes sucederão. É uma ideia maravilhosa. Crianças com valores fortes que são reforçados pelos seus pais vivem, por isso mesmo, mais felizes.




Resumo já postado:
Introdução.
Cap. 1.
Cap.2.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Livro infantil da semana

O livro da semana passada foi um conto próprio para o Natal. O livro chama-se "Certa noite, num estábulo..." de Guido Visconti e Alessandra Cimatoribus, da editora Livros Horizonte. Um encanto.

Numa das colinas de Belém há um velho estábulo, onde uma velha vaquinha espera pelo seu dono. Numa certa noite, em que o vento sopra forte, ela abriga todos os animais que pode. Haverá ainda lugar no pequeno estábulo para um burro carregado, que também vem pedir abrigo?








Se tiverem curiosidade podem dar uma olhada nesses slides aqui.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Dê-lhes alguma magia (cap. 2)

A infância deve ter magia. Quando as crianças usam a imaginação os objetos até ganham vida, e animais, como gatos, podem voar, e elas mesmas podem ser super-heróis, rainhas ou piratas. Geralmente os adultos chegam e estragam a fantasia dizendo que é impossível um gato voar por conta própria, que super-heróis não existem... e argumentam com suas lógicas tentando convencer a criança de que ela não tem razão. Uma das poucas magias que os adultos conservam é a do Papai Noel, por exemplo. Mas por que não deixar a criança acreditar que realmente a lua a persegue e olha para ela? Que os dragões existem e podem ser combatidos com espadas de jornal? Não quer dizer que se deva criar as fantasias para elas, mas as que elas tiverem, não há razão para não deixá-los imaginar. Isso porque enquanto o nosso mundo vai assentando, o mesmo acontece com a nossa imaginação. Fica tudo compartimentado. Sendo assim, para quê inflingi-lo aos seus filhos mais cedo que o necessário?

Dê-lhes espaço: O primeiro e mais fundamental requisito para uma criança desfrutar da magia é uma tela em branco. Elas conseguem fazer magia sozinhas, só precisam que nós saiamos do caminho. Para elas o chão do quarto é mesmo um mar bravio, o quintal é uma selva real e o avião de papel pode os levar para países distantes. Uma criança pode ficar sujo de lama dos pés à cabeça sem se preocupar se a roupa ficará manchada ou qual produto vai usar para lavá-la, a não ser que apareça um adulto e estrague o momento referindo o assunto. Para fazer magia eles precisam de tempos livres. As atividades extras precisam ser bem doseadas para não terem o devastador efeito de anular a imaginação e criatividade da infância. Mais do que dois dias de atividades extracurriculares já começa a ser muito. E se forem fazer alguma, que seja algo de que gostem. Levá-los em lugares onde a diversão está pronta como parque de diversões, circo, workshop de pinturas, playcenters, boliche é agradável e prazeroso e pode alimentar a imaginação deles, mas não se esqueçam que a verdadeira magia está nas praias largas e amplas, no alto das colinas, nos bosques e vales, ali seu filho será livre para criar sozinho sua magia. Mesmo em casa pode-se tentar criar espaços mais vazios para eles brincarem com criatividade. Uma varanda ou quintal com caixas vazias renderá horas de entretenimento. Talvez algumas crianças que não estejam acostumadas precisem de alguma ideia para começarem a brincar sem "ajuda", aí os pais podem incentivá-los. 

Os computadores e a televisão matam a magia: As crianças que passam muito tempo em frente às telas  e nos jogos eletrônicos acabam por se esquecer de como brincar. O tempo que eles passam nessa atividade deve ser racionado. Se esse controle for feito na infância será mais tranquilo ter limites na adolescência, os alicerces já estarão lançados.

Momentos mágicos: Se você lhes der o espaço e a liberdade de que precisam para o fazer, seus filhos injetarão sozinhos uma grande dose de magia nas suas vidas. Mas você pode e deve contribuir. Lembra-se dos seus Natais quando era criança? Se teve a sorte de ter pais que fizessem um esforço nesse sentido, o seu Natal terá sido aquela ocasião mágica, como nos filmes e livros. É o que seu filho precisa, são esse momentos seguros e ternos que darão origem a uma criança autoconfiante e segura para lidar com o mundo quando chegar a hora. Várias coisas podem ser feitas, não só no Natal. Acampamentos no verão (mesmo que no quintal), fazer uma cama enorme no chão onde toda a família dormirá juntos, caminhadas no inverno com um garrafa de chocolate quente na mochila, tradições semanais, mensais, ou anuais, algo bom para recordar mais tarde. 

Ambientes mágicos: Você pode criar no quarto de seu filho com a ajuda dele um ambiente que ele goste de estar e brincar. Com poucos objetos e muita criatividade pode-se fazer uma selva, um corsário, um castelo, uma fazenda, uma carruagem de princesa, enfim, as fronteiras entre a magia e a realidade são muito tênues para as crianças e nós não podemos privá-los disso. Eles gostam também de criar esconderijos usando cobertores, toalhas, almofadas e objetos simples. Se quiser ajudar o esconderijo pode ser algo mais permanente. Uma cabana improvisada no quintal, ou um dossel sobre a cama feito de rede mosquiteira, são várias as possibilidades. Há poucas coisas mais encantadoras do que ser capaz de dar aos seus filhos alegria, magia, amor e segurança, tudo ao mesmo tempo. 

Saia da frente: Depois de ter o trabalho de os ajudarem no preparativos da brincadeira, deixe-os à vontade, sem interferir. Não os faça pensar como um adulto pensaria, eles não precisam se preocupar com a tinta azul debaixo das unhas. Para que eles possam ter essa liberdade, vista-os com roupas adequadas para brincar, e deixe-os usar os objetos que podem ficar sujos ou mesmo quebrar sem grandes prejuízos. 

Mais magia: As coisas que acrescentam magia às vidas dos seus filhos são aquelas que lhe dão espaço e liberdade para exercitar as suas imaginações. Quando as pessoas dizem que a infância já não dura tanto quanto durava significa que a magia já não dura tanto quanto durava. Aqui estão algumas coisas que podem ajudar a conservar a magia da infância: 

  • histórias antes de dormir
  • histórias inventadas
  • caixas de papelão vazias, paus, cordas e vários materiais adaptáveis
  • espaços abertos
  • água - lagos, rios, praia, ou mesmo uma simples mangueira
  • locais antigos - palácios, castelos, ruínas
  • mitos e lendas
  • surpresas
  • teatro
  • filmes fantásticos
  • máscaras, fantasias, fantoches
  • férias e viagens de um dia
  • piqueniques
  • explorações e pequenas aventuras
Muita coisa que esteve presente na nossa infância e na infância de nossos pais. Isto só demonstra que apesar do que o mundo moderno tem para oferecer, isso não torna a infância mais mágica do que alguma vez foi porque são os pais que dão aos seus filhos a magia que eles precisam, e isso nunca muda. 


Resumo já postado:
Introdução.
Cap. 1.


Árvore de natal

Nossa árvore não está pronta e nem vai estar, vai se compondo e descompondo todos os dias. Dentre os enfeites os que mais gosto são os que os filhotes vão trazendo da escola e dos seus desenhos que vão sendo depositados nos pés da árvore. Colocamos alguns enfeites de chocolate e esses são os preferidos deles. Quando algum enfeite comestível misteriosamente some ouvimos histórias que até poderiam ser credíveis se as boquinhas que as contam não estivessem, digamos, tão lambuzadas com o objeto da história. 






terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Construa-lhes um mundo sólido (cap. 1)

Há poucas coisas mais importantes que pode fazer pelo seu filho do que dar-lhe firmeza e autoconfiança. Tendo isso, as outras coisas eles conseguem alcançar sozinhos.
Imagem daqui.

Estabeleça fronteiras claras que não se alterem: Não se deve mudar as regras, por isso, antes de as criar, pense bem para não ter que mudá-las. Os limites existem para serem forçados pelos filhos, quanto mais firmes forem os limites, mais seguros eles se sentirão. Acredite, eles sempre colocarão os limite à prova. Na prática funciona assim: quando seu filho perceber que você não vai ceder em algo, vai deixar de se dar ao trabalho de pedir. Sendo consistente eles aceitarão um não mais facilmente. Mesmo que protestem esse "não" eles não irão insistir no mesmo pedido que foi negado.

Utilize sabiamente a palavra "não": Um erro comum que os pais cometem é começar com um não e terminar com um sim. Isso só confunde os filhos e com o tempo começam a pensar que se insistirem vão obter o resultado esperado. Se não tem a certeza do "não" então diga que precisa pensar sobre o assunto, ou então aquela frase que eles não gostam de ouvir, "vamos ver..."

Sobre o comportamento: A menos que os filhos vivam em circunstâncias muito atribuladas ou mesmo tenha défice de atenção e hiperatividade, não deverão ter dificuldades em ser bem comportados desde que lhes proporcione limites firmes e todos os outros elementos que serão comentados nesse livro. Como pais devemos motivá-los nas alturas em que for mais difícil para eles corresponderem aos nossos padrões. Um exemplo prático: Seu filho não quer se levantar para ir para a escola e faz birra. É muito mais provável que seu filho se levante para ir à escola se lhe prometer alguma bonificação no fim-de-semana, do que se o ameaçar com alguma punição se ele não fizer. É muito mais tranquilizante crescer com pais que nos querem recompensar por sermos bons, do que com pais que nos querem punir por sermos maus.
Devemos estar atentos à diferença entre recompensa e suborno. Oferecer algo para seu filho parar de fazer algo errado só para lidar mais rápido com a situação, é suborno. Oferecer algo para que seu filho mantenha ou inicie um comportamento desejado, é recompensa. 
Ás vezes será necessário ir além da bonificação e acrescentar alguma punição. A diferença estará na apresentação dessa punição. Vejam o exemplo: Em vez de dizer ao filho: "Se não disser a verdade, deixo de dar a semanada", diga-lhe: "Se você mentisse, eu teria de deixar de te dar a semanada. Se for honesto e disser a verdade, não vou fazer isso." 

Os elogios são preferíveis às críticas: Muitas vezes a recompensa que seu filho precisa é que suas conquistas sejam reparadas. Até os filhos adultos apreciam isso. Deve corrigir ou elogiar o seu filho todos os dias, embora, de uma forma geral, só deva fazer pequenos elogios ou reprimendas. Deixe os elogios mais entusiásticos para as grandes conquistas, tudo deve ter sua proporção e medida. Cuidado com o que elogia em seus filhos. Se destacar só os bons resultados escolares ele pensará que o sucesso acadêmico e profissional (no futuro) é o mais importante. Elogiar também o esforço e não  só o resultado é o ideal, e ser o mais diversificado possível. Exemplo: "Eu sei que não te agrada acordar cedo, por isso fico muito contente que tenha conseguido por o leite e os cereais na mesa". Tem também o elogiar criticando.  Podemos criticar sem sermos negativos criticando ações, comportamentos ou capacidades: "Essa sua caligrafia podia ficar um pouco mais bonita, não acha?" "Esse grito estridente é mesmo irritante." Se os chamar de barulhentos eles poderão admitir que o são, e assim fazerem mais barulho. As críticas devem ser ESPECÍFICAS (fale exatamente o que quer que eles mudem), CONSTRUTIVAS (mostre que pode ter um desfecho positivo) e RESOLÚVEIS (não critique nada que ele não possa mudar).

Certifique-se de que eles conhecem os seus pontos fortes: Os elogios vão ajudar nessa tarefa. Não podemos dar a entender que certos pontos fortes tem um maior valor inerente do que outros, especialmente quando se tem mais de um filho. Valorizar um sem diminuir o outro. Muito cuidado também com a valorização dos atributos físicos, especialmente aqueles em que o filho não pode interferir. Se o ponto forte dele for o formato dos seus dentes, não haverá mérito nenhum da parte dele nisso. Para os estimular nessa descoberta, proponha-lhes desafios que sabe que eles podem vencer (mas que ainda não sabem que podem). Exemplo: Peça ao seu filho de 10 anos para preparar o jantar da família. Se eles nunca fizeram isso antes se sentirão muito orgulhosos, mesmo que tenham cozinhado macarrão instantâneo. Faça que eles saibam que são especiais. 

A sua relação: O mundo dos seus filhos não será tão sólido como você gostaria se eles não puderem ver que sua relação é sólida, especialmente nos aspectos que lhe dizem respeito. As discussões pessoais devem ser feitas em privado, porém algumas discussões poderão até servirem de base para seus próprios filhos no futuro. Vendo uma discussão entre os pais (óbvio que falamos aqui de discussões sem violência física ou verbal, que são inadmissíveis em qualquer esfera), eles podem aprender que as pessoas podem se zangar sem se agredirem, que devemos manter o controle das emoções para alcançar uma solução de um problema, o fato de as pessoas discutirem umas com as outras não implica que elas deixem de se amar.

Alicerces sólidos: Temos que nos certificar de que nossos filhos têm autoconfiança suficiente para que sua falta não sirva de obstáculo. Com isso estarão mais bem preparados para enfrentar de bom grado o mundo e de lidar confortavelmente com os desafios de serem adultos. Só precisam de confiança em si próprios e de estarem seguros de que o conseguem fazer.



Resumo já postado: Introdução.

Blog Donas de casa Anônimas

Hoje estou no blog Donas de casa Anônimas fazendo uma reflexão. Ainda não conhece esse blog? Então passa lá. Tem também o grupo no Facebook onde a gente se reúne para trocar informações e bater um papo legal. Donas de casa desse mundo afora, uni-vos! 

Imagem daqui.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Introdução

A autora explica de uma maneira bem simples os objetivos do livro. Nos leva a refletir sobre termos um alvo, e assim detectarmos se estamos no caminho certo para alcançar essa meta. Independente da cultura e classe social, toda mãe quer que seus filhos desfrutem de sua infância e que se tornem adultos saudáveis, confiantes e bem sucedidos independente do significado pessoal que cada um tem sobre sucesso. Pais que têm os filhos como prioridade é uma característica comum aos bons pais. A autora quer ajudar os pais a aprimorarem aquilo que já fazem de positivo de acordo com seus conhecimentos e experiência de vida, e a perceberem aquilo que ainda não dão a devida atenção. Algumas partes trarão mais dificuldade para uns que para outros, depende do que cada um já pratica. Algumas terão que ser muito pensadas para serem assimiladas, outras já são naturais em seu dia a dia, basta talvez alguns ajustes.

 Bora refletir sobre isso?

Nota: Esse post nasceu aqui.

Sobre o livro


Hoje vou postar os tópicos principais do Índice do livro “Pai, quero ser feliz”, de Roni Jay. Para quem ainda não sabe o que me propus a fazer veja aqui.
  1. Contrua-lhes um mundo sólido
  2. Dê-lhes alguma magia
  3. Mostre-lhes a diferença entre o que está certo e o que está errado
  4. Ensine-os a pensar
  5. Deixe que eles o conduzam
  6. Esqueça o tempo de qualidade
  7. Assegure-se de que vê a floresta e as árvores
  8. Ensine-lhes o valor do dinheiro
  9. Mostre-lhes que os brócolos (brócolis) podem ser divertidos
  10. Ofereça-os uns aos outros


E esses serão os títulos das futuras postagens sobre o livro.




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