domingo, 11 de dezembro de 2011

Resumos...

Comecei a ler um livro que não é muito do meu costume (me refiro ao assunto do livro porque costume de ler eu tenho). Por achar que tem lições valiosas e dicas interessantes para mim vou começar a postar alguns pequenos resumos aqui no blog para quando eu quiser rever os pontos que mais me despertaram a atenção. Se quiser me acompanhar fique à vontade! Começo amanhã, porque segunda-feira é que é dia de começar as coisas.

Sobre o livro: Pai, quero ser feliz. As 10 coisas mais importantes que pode fazer pelos seus filhos. Título original: The most important things you can do for your children.  1ª edição em Potugal em 2009 pela Academia do Livro.

Sobre a autora: RONI JAY é uma das autoras britânicas mais conhecidas em todo o mundo na área da educação e do comportamento familiar.
Autora de diversos livros, é reconhecida pela sua capacidade invulgar de ajudar pais e educadores a lidar com questões difíceis, abordando os problemas com sabedoria, experiência e inspiração.
Jay tem três filhos biológicos e três enteados.

A orelha do livro: Todos tentamos ser os melhores educadores, mas a vida é complicada.
Apesar de os nossos filhos serem a nossa prioridade, nem sempre conseguimos estar à altura de todas as situações. Se conseguíssemos identificar aquilo que maior influência tem na personalidade e no futuro das crianças, tudo seria menos complicado. Frequentemente, colocamos as seguintes questões:
- O que fará a diferença na forma como crescem e se tornam adultos?
- O que devíamos fazer ou ensinar-lhes para que se tornem pessoas equilibradas e felizes?
- Quais são os valores e as lições de vida mais importantes?
- Qual a melhor forma de utilizar o tempo que temos com os nossos filhos?
Em "Pai, Quero Ser Feliz" vai encontrar conselhos muito claros e práticos sobre aquelas que devem ser as nossas prioridades enquanto pais e educadores. Um livro repleto de técnicas para acompanhar os seus filhos desde a infância até ao final da adolescência, ajudando-o a concentrar-se naquilo que realmente importa.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ser e agir diferente

Texto de Isabel Araújo Santos, publicado na revista Lar Cristão nº 159 Ano XLIII, pág. 30,31.

"Vem-me à mente uma pequena notícia que li há alguns anos. Numa pequena igreja de uma zona rural havia um menino com síndrome de Down que anualmente lutava por entrar na peça de Natal. Naquele ano, os organizadores resolveram fazer-lhe a vontade, deram-lhe o papel do estalajadeiro que teria de informar Maria e José, dizendo uma única frase: 'Não há lugar, está tudo ocupado!'
O menino estava orgulhoso, mas muito nervoso e quando chegou a altura da sua deixa, ele não hesitou. Chegou à porta e disse ao jovem casal que 'Não há lugar. Está tudo ocupado!'
As crianças que representavam José e Maria, começaram a afastar-se, evidenciando tristeza e cansaço. Nessa altura, o 'estalajadeiro' chama-os e diz-lhes. 'José e Maria, não vão embora, entrem e fiquem na minha cama!'
Conta-se que foi das mais belas e incríveis festas de Natal daquela pequena igreja.
Ponho-me a pensar, e se Deus se comporta-se como nós?
Mas o salmista diz: 'Porventura não esquadrinhará Deus isso? Pois ele sabe os segredos do coração.' (Salmo 44:21)
Que contra todos e tudo possa eu também 'sair da deixa', que me querem impor, e me aproxime do que Deus quer de mim e deseja ver e ler no meu coração".


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Livro infantil da semana

O livro que nos encantou essa semana foi "O Atlas da Ana" de Ornella Pozzolo e Nicoletta Ceccoli (site aqui). Após ser apresentada ao Atlas por seu irmão, Ana sai em uma aventura à partir de seu quintal para ver de perto as fronteiras do mundo, e tem animais especiais que lhe servem de transporte nessa viagem onde faz descobertas surpreendentes! 





"O Atlas é um belo livro, mas a Ana não percebe o que são aquelas linhas negras, chamadas 'fronteiras' que separam os países uns dos outros, nem por que é que cada um tem uma cor diferente. Por isso, decide partir à descoberta do mundo. Vai regressar convencida de que nem o Atlas sabe Geografia".
Editora: Livros Horizonte

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Opções

É sempre assim. Desde o momento em que acordamos já começamos com as múltiplas escolhas. E saiba que se a sua opção for não optar por nada, essa já é a sua primeira opção do dia. Comigo há dias em que eu preferia que outros decidissem por mim. Que roupa vestir (embora as opções não sejam muitas), o que comer no desjejum, que tarefa doméstica fazer primeiro, o que preparar para o almoço, essas coisas. Vivemos na ditadura das opções. Quando vamos às compras isso é bem notório. Digamos que precisamos comprar um simples saco de pão de forma. Num supermercado de porte médio você encontra pelo menos 8 tipos diferentes (marcas, sabores, preços, com brindes, sem gordura...) e por aí vai. Na tv então é que a coisa complica. Às vezes nos pegamos a assistir cerca de três canais ao mesmo tempo (sem assistir nenhum, é claro). Mas nesse caso é porque em geral as opções são de má qualidade. Muitas escolhas que fazemos são erradas (não era essa a profissão que queria... sabia que devia ter virado à direita... bem que desconfiei que aquele produto era muito barato...), mas isso só percebemos depois que as fazemos. Também, como poderíamos saber que eram erradas se a vida não vem com as respostas certas no verso da folha?

Google imagens

Texto escrito nos idos 2005. De lá para cá aumentaram a quantidade de marcas e tipos de pães de forma.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Reciclar, reutilizar - Organizador e Cachecol

Lembram-se do organizador que postei algum tempo atrás aqui no blog? Se não se lembra vai lá ver aqui. Esse foi feito para presentar uma amiga que fez aniversário recentemente e o cachecol foi para seu filhote. Para este organizador usei os mesmos materiais que o outro. Um retalho de uma calça jeans, um retalho de uma blusa de malha, uma flor que outrora esteve em um tênis e por dentro feltro.Tudo costurado à mão (se eu fiz, qualquer um pode fazer).



Fiz essa "embalagem" com retalho de uma blusa branca, fio  grosso branco e contas de madeira nas pontinhas. Também costurado à mão.

Esse era um cachecol liso e eu resolvi aplicar esse cachorro de feltro porque o presenteado é criança. Molde super simples que risquei direto da tela do computador para uma folha branca. O olho é um botão e para fixar tudo alinhavei com linha de ponto cruz. 

O cachorrinho achei em um blog fofo chamado Tarapatices


A "embalagem" foi feita de retalho de um pijama, fio grosso preto e botões para arrematar o nó.





terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Feliz aniversário mãe

Há alguns anos atrás (a idade das mulheres não se revela não é?) nascia a co-responsável pela minha existência. Aquela que gerou e que cuidou (muito bem, diga-se) de mim. Me lembro de gostar muito de pentear seus cabelos e fazer penteados volumosos nos seus finos e loiros cabelos. Era uma mãe muito cuidadosa que conseguia manter a casa toda em ordem apesar dos três filhos. Nossa casa estava sempre limpinha, cheirosa e a comida era um show à parte. Vários dos meus amigos e colegas nem tão chegados assim se convidavam para irem almoçar ou lanchar lá em casa. Seu tempero fazia sucesso, os doces então... Quantas vezes levei cocadas para as festas da escola e não sobrava nem um farelo para contar história antes do prato chegar à mesa, rsrsrs. Mãe que me criou com "rédeas" curtas mas que nunca me proibiu de fazer as coisas que eu gostava. Se achava que não seria prudente eu ir sozinha, me levava e buscava no local. As mães das amigas confiavam que a minha estaria lá para tomar conta (e estava mesmo). Mulher que teve pouca oportunidade de estudo mas esperta que só ela, sempre cobrou de mim a lição e os trabalhos feitos. Me incentivou a aprender datilografia (sou desse tempo gente), inglês, violão... Não passava uma semana sem conversar com os professores. Mãe que, mesmo sem frequentar, não me deixava faltar aos meus compromissos aos domingos e também durante a semana na igreja. Naquilo que não dava bom exemplo cobrava em dobro dos filhos, para não cometermos os mesmo erros. Mãe que muito antes de se ouvir falar em rotinas maternas tinha os horários domésticos todos em ordem. Em qualquer lugar que estivéssemos havia a hora de comer, a hora de dormir, a hora de brincar, de estudar... um reloginho, como testemunha meu pai. Sou muito grata a Deus por sua vida e nesse dia especial, deixo aqui registrado meus parabéns e meu carinho.

Imagem via Google



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Blogagem coletiva do dia do voluntário

Você já pensou em ser um voluntário? Já pensou e descobriu que não tem como porque tem muitas coisas para fazer, além do trabalho, casa, cursos... enfim, já arranjou em segundos mil desculpas para não ser voluntário embora ache muito legal a pessoa que pode e faz voluntariado? 
Você que passeia pela net sem grandes preocupações saiba que além dos trabalhos voluntários presenciais existem (e cada vez mais) os virtuais. Para o momento que estou vivendo é perfeito poder ajudar sem sair de casa. Confesso que não é o ideal. Nada como sair e fazer a nossa parte (às vezes a de outros também). 
Com esse post gostaria que você pensasse que, se procurar, vai encontrar uma maneira de ser voluntário. Seja doando sangue, divulgando a doação de sangue, arrecadando donativos para alguma instituição, distribuindo alimentos (muitas igrejas tem esse trabalho), fazendo leitura para quem é invisual, brincando com crianças em escolas ou orfanatos, visitando idosos em asilos, ajudando em abrigo de animais, e também divulgando os possíveis trabalhos voluntários em sua comunidade. 
Quando fiz 18 anos fui ao hemonúcleo da minha cidade para doar sangue, achava que era algo importante para fazer (e com certeza é). Infelizmente não tinha o peso mínimo que seria 50kg, tinha 48 (nossa, faz mó tempão isso). Fui para casa frustrada e determinada a ganhar esses dois míseros quilos que me impediam de começar minha vida de doadora de sangue. Uns meses depois voltei com os 50kg cravados e dessa vez levei mais uma amiga e desde então sou doadora de sangue de carteirinha (e com alguns mais de 50kg). Percebi que tinha feito uma boa ação, mas mais do que isso, eu me sentia participante, fazendo a diferença, útil. 
Então vamos lá, use o google para algo que pode mudar a vida de alguém, a sua em primeiro lugar, procure informações de voluntariado e seja um!


Este tema foi proposto pelo blog da Sam Shiraishi.



domingo, 4 de dezembro de 2011

Meditação de domingo

"Certamente suave é a luz, e agradável é aos olhos ver o sol".  (Eclesiastes 11:7)




Os dias de sol são sempre bem vindos, ainda mais quando se está frio. O sol nos dá aquela boa energia para vivermos. Ontem passamos um dia muito agradável. Saímos de manhã de casa à caminho de uma festa de aniversário de pessoas muito queridas. Antes de lá chegar fizemos uma parada estratégica para o almoço e nessa parada encontramos um carrossel daqueles tradicionais. Andar às voltas no carrossel e observar o sobe e desce dos cavalos aqueceu meu coração. Foi a primeira vez das crianças em um carrossel e eles gostaram muito, mas para mim com certeza foi melhor, ah foi. E a vida é assim, dá muitas voltas e tem os seus altos e baixos, contudo pode ser muito, muito divertida. 
A Dora repetia: É divertido! Os irmãos engrossavam o coro: Sim, é divertido!



A tensão normal antes de começar a girar.

Opa, o que está acontecendo?

Segura pião!

Já começando a descontrair.







Quero mais!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ontem eu caminhei

O que seria essa sequência de fotos? Andar cabisbaixo? Torcicolo? Defeito na câmera? Tênis novos? Nada disso. Apenas parei para observar por onde estava andando, literalmente, e vi imensas texturas, cores, espécies de vida. Pena que estava frio, descalça seria muito melhor...














quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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